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O que é a Zeta Filmes?
É uma produtora cultural que desde 1998 realiza festivais de cinema, curadorias e publica neste site, críticas, entrevistas, vídeos e notícias sobre audiovisual. Nos sites dos projetos da Zeta você encontrará informações específicas dos eventos: veja o site do Indie - Mostra de Cinema Mundial, do Fluxus - Festival Internacional de Cinema na Internet e no blogINDIE.

Este site vende DVDs?
Não, este site não comercializa DVDs. Todos os artigos publicados aqui tem caráter totalmente informativo ou analítico.

Os filmes que tem críticas publicadas aqui são distribuídos pela Zeta Filmes?
Não, as centenas de filmes que falamos, vimos ou escrevemos neste site são distribuídos por diversas empresas (no final da crítica, aonde fica a ficha técnica do filme, tem, se for o caso, o site/nome do distribuidor brasileiro).

Vocês produzem filmes?
Não, a Zeta não é uma produtora de filmes, ou seja, nós não fazemos filmes, portanto não selecionamos currículos de atores, nem roteiristas, nem fotógrafos, etc.


:: Acervo de críticas ::
Acesse todas as outras crticas publicadas entre 1999 a 2007

:: FIM DOS TEMPOS ::
Shyamalan vem realizando um cinema de entretenimento que não pode mais se esquivar das questões contemporâneas, um cinema mortalmente consciente de seu nocivo potencial alienante.

:: O INCRÍVEL HULK ::
“O Incrível Hulk” é o anti-“Hulk”, de Ang Lee. É uma hecatombe de seqüências de ação atabalhoadas de pixels totalmente desinteressantes narrativamente.

:: A OUTRA ::
Sem o erótico, ao público só restará mesmo o cretino.

:: LÍRIOS D’ÁGUA ::
Quando muitos o resumiriam a um filme de rito de passagem, Sciamma destrói o conceito. O que há é um longo e doloroso processo de reconhecimento e aceitação de si mesmo.

:: ROGUE ::
Pelo tempo que consegue se manter na corrida, “Rogue” corre como o maior dos campeões.

:: FUNUKE: SHOW SOME LOVE, YOU LOSERS! ::
Para Daihachi o absurdo é o ponto de partida para que ele possa desconstruir, desvendar a humanidade por trás do pitoresco, do inacreditável.

:: QUANDO ESTOU AMANDO ::
Deveríamos preservar este modo antigo de se fazer de um filme um sucesso, baseado na recomendação entusiasmada dos seus espectadores.

:: INDIANA JONES E O REINO DA CAVEIRA DE CRISTAL ::
É feito para (tentar) ser a mesma coisa de sempre. O público – por saudosismo, comodismo ou o que seja – quer mais uma desculpa para reprisar estes filmes numa tarde de sábado.

:: O MELHOR AMIGO DA NOIVA ::
Um festival de afetação fofolete.

:: QUIET CITY ::
Um maravilhoso filme no qual a maior metrópole do mundo é transformada na menor e mais calorosa vizinhança.

:: Efeito Dominó ::
Está repleto de uma vulgaridade e amoralidade vintage que, por saudosismo ou maturidade, transforma-se hoje em sofisticação estética.

:: POP SKULL ::
As revelações de "Pop Skull" são as nossas, que se evidenciam quando o filme deixa para trás seu aspecto "Réquiem Para Um Sonho" de apenas 50 centavos.

:: MULBERRY STREET ::
"Mulberry Street" parece uma superprodução feita com dinheiro de Banco Imobiliário.

:: END OF THE LINE ::
O diretor Maurice Deveraux aqui mostra saber como valorizar ao máximo a pequena produção. Será que com mais oportunidade ele ousará ou simplesmente se conformará?

:: Otto; Or Up With Dead People ::
Pertence muito pouco ao cinema fantástico ou ao cinema gay. Ao invés disso, LaBruce nos oferece uma inesperada sátira ao cinema avant-garde.

:: MIRAGEMAN ::
Apesar dos filtros digitais que o artificializam desnecessariamente, um cinema fantástico superior na América Latina deixa de ser algo vislumbrado para se mostrar concreto.

:: LOS CRONOCRÍMENES ::
Está próximo do absolutamente sublime, uma vez que é feito com o desejo de existir exatamente como é.

:: Il Bosco Fuori ::
É um filme bom apesar de si mesmo. Melhor: é um filme mais interessante do que a tosqueira da produção de nível "Hermes e Renato" permite aparentar.

:: DIÁRIO DOS MORTOS ::
Romero incorpora a nobreza dos independentes, fazendo mais um filme moralmente repreensível e se dispondo a qualquer julgamento público, feito um mártir.

:: OS REIS DA RUA ::
Dá continuação a uma das tradições mais preciosas do cinema e em atual processo de definhamento: a do grande filme médio.

:: O SONHO DE CASSANDRA ::
Sai o neurótico Woody Allen e entra em cena seu alterego, como um superherói: um diretor longe de infalível, mas robusto, capaz.

:: PECADOS INOCENTES ::
É potencializado pela presença desta grande atriz, Julianne Moore, no melhor papel de sua carreira depois de muito tempo, fazendo coisas quase inomináveis em cena.

:: FÔLEGO ::
Tenta alcançar o sublime através deste cafona proposital, o que causa uma impressão final um tanto abjeta.

:: Um Beijo Roubado ::
É um sonho de filme, causando um efeito quase lisérgico sobre o espectador que percebe-se envolto nos ritmos sensuais deste passeio de Wong Kar-Wai por território hostil.

:: LA SOLEDAD ::
Jaime Rosales consegue com imensa maestria capturar a sobreposição de sentimentos que compõem a solidão.

:: MARATONA DO AMOR ::
Para o filme dirigido pelo "Friends" David Schwimmer ganha a corrida quem assisti-lo em casa.

:: BOARDING GATE ::
Injetando sangue quente na frieza metálica dos suspenses de espionagem, Olivier Assayas ressalta que a dor-de-cotovelo é mais globalizada do que a cocaína, a corrupção, o imperialismo ou a pirataria.

:: PONTO DE VISTA ::
Um filme sobre atentados explosivos que é uma bomba em si.

:: PARTÍCULAS ELEMENTARES ::
Michel Houellebecq: agora em versão para toda a família. E então temos um filme “polêmico” customizado para platéias facilmente impressionáveis.

:: EX-DRUMMER ::
O importante é que você o ame ou odeie apaixonadamente.